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A tua história 

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Querido Bebé B,

Vou contar a história da nossa gravidez…

   Dia 30 de Maio de 2016 foi o dia em que soubemos que vinhas a caminho.

   Andava enjoada. Nada de estranho até porque andava um vírus no ar, e portanto não foi difícil pôr de parte a hipótese de uma gravidez.
A tua avó Jú tinha vindo passar umas férias ao campo e chegou mesmo a perguntar se eu estava grávida e eu não só respondi assertivamente, como acreditei na resposta que dei.

   Entre a gestão do bar e o facto de não ser de todo regular nem me dei conta de que poderia estar atrasada.

   Ainda durante as férias da avó, comecei a perceber que os enjoos até poderiam ser derivados ao vírus mas que na verdade não havia justificação para que eu, já há varias noites, acordasse para, desesperadamente, ir à casa de banho [sim porque eu dormia tão ferrada que nem que estivesse super aflita não me levantava].

   Sim, foi isso que me fez pensar que talvez não se tratasse de um vírus.

  No exacto momento em que pus a hipótese de estar grávida, algo na minha cabeça ou até no meu coração [não tenho bem certeza até porque foi uma sensação inexplicável], me deu certezas de que de facto ia começar uma nova aventura.

   Mesmo com todas essas certezas, quando o teu pai lê o teste diz “Estás gravida” o choque não podia ter sido maior. Não foi um acidente, é verdade, mas também não estávamos a tentar desesperadamente ser papás e portanto, não vou mentir, foi uma surpresa.

   Primeira coisa a fazer??? Ligar a tia Cláudia. Ela foi a primeiríssima pessoa a saber!
Depois de ter tido as tuas duas primas ia saber, de certeza, qual era o próximo passo. [E tu pensas que era lógico, mas quando as pessoas são apanhadas de surpresa perdem-se um bocado e deixam de saber o que fazer.] É claro que a tia nos deu os melhores conselhos.

   Nesse mesmo dia fomos as urgências para saber como estavas e, SURPRESA, não só já estava de 7 semanas, como ouvimos logo o teu coraçãozinho pela primeira vez!

   Optamos por ser seguidos no privado e não tivemos dúvidas quando escolhemos o Hospital da Covilhã como o lugar onde ias nascer. Até porque o nosso médico também lá trabalhava.

Não nos arrependemos nadinha! [falo disso no Post sobre A Estadia no Hospital]

   E assim foi! Apesar dos enjoos e tonturas até aos quatro meses a gravidez correu super bem. Tão bem que a maluca da tua mãe conseguiu fazer grandes caminhadas pela serra até aos 7 meses, como noitadas no Natal e na Passagem de Ano como se tu ainda não pesasses nem te mexesses como “um cabritjinho” [expressão que a Dra. Fernanda usou para te descrever na ecografia das 12 semanas]. Razão tinha ela, és eléctrico!

Bárbara M. da Costa

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